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Márcio Moreira alves

Voltou-se contra o regime instituído pelo movimento político-militar de 31 de março de 1964, a partir da edição, ainda em abril, do Ato Institucional nº 1 (AI-1), do qual foi um dos primeiros opositores. No mesmo ano, juntamente com Oto Maria Carpeaux, Edmundo Muniz, Hermano Alves e Carlos Heitor Cony, comandou forte campanha em defesa dos presos políticos, denunciando a prática de torturas em prisões brasileiras.

Como repórter e articulista político
de Correio da Manhã, destacou-se no combate à política econômica e financeira do então ministro do Planejamento, Roberto Campos (1964-1967), a quem acusava de entregar aos estrangeiros
as riquezas do país.

Em novembro de 1966 elegeu-se deputado federal pelo antigo estado da Guanabara na legenda do Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Empossado em fevereiro de 1967, destacou-se por sua atuação oposicionista na Câmara ao lado de Hermano Alves, Edgar da Mata Machado, Davi Lerer e outros parlamentares do MDB. Em julho de 1967, teve apreendido seu livro


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